Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Encontrado em Nossa Caixa de Mensagens

DÍZIMOS E OFERTAS

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Certa vez ao abrir a minha caixa de mensagens eletrônicas, ao verificar uma das mensagens recebidas, me deparei com um texto enviado por um irmão que me questionou, conforme registro abaixo:

Porque não consta nos Credos da maioria das denominações evangélicas, o Pagamento Compulsório de Dízimos, Ofertas, Contribuições e Coletas Diversas???

COMENTÁRIOS: É estranho não constar, pois é um dos principais fundamentos de "Fé" apresentados nas igrejas!!! "E que de forma Solene é recolhido"em todos os cultos e fora deles, "contrariando o ensino de Jesus e dos apóstolos", sendo duramente pregados e cobrados, exigindo as suas práticas como condição "especial" para receber de Deus: Bens Materiais, Espirituais, Curas e até a Salvação da Alma etc.!!!

CONCLUSÕES: Não consta por tratar-se de Heresia para a Igreja??? Prova a Contradição na Doutrina e a Ação dos Obreiros Mercenários??? Falta de embasamento Bíblico e Teológico no N.T??? Outros Motivos e Razões???

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Diante deste fato, senti-me na obrigação de responder ao irmão, como sempre faço, após receber e ler as mensagens postadas na caixa de emails. Segue o texto da resposta:

Caro Irmão

A Paz do Senhor!

Os dízimos e as coletas fazem parte do culto a Deus, além de despertar o principio da honra devida ao Senhor provedor de todas as coisas.

Como verdadeiros servos do Senhor Jesus damos a importância que é devida as ofertas, pois a obra de Deus é realizada com milagres e sustento financeiro. Porém, queremos esclarecer ao amado, que o foco principal de nossa mensagem é o culto e honra a Deus (1º mandamento), a salvação do homem através da pessoa de Jesus (pregação do Evangelho), e o juízo vindouro sobre a terra.

Não omitimos pretensiosamente a doutrina dos dízimos e ofertas no nosso credo, mas seguimos os princípios bíblicos a que nos é confiado e respaldado pela própria Bíblia Sagrada. Sinto dizer, mas o que muitas das vezes falta ao nosso povo é enxergar além do véu!

Estamos a vossa disposição... “Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” 1Pe 3.15

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Muitos cidadãos não se aproximam das igrejas cristãs por causa da cobrança dos dízimos. A grande maioria dos brasileiros acha uma insensatez dar 10% dos seus rendimentos para o sustento da Igreja e, em parte, eles têm razão. Nós, cristãos brasileiros, ainda cometemos alguns equívocos na hora de interpretar a forma de recolher e de utilizar os dízimos.

Talvez, o principal equívoco esteja na interpretação da expressão consagrar a Deus, que, na verdade, significa dedicar a Deus. Convido ao irmão a meditar no texto de Deuteronômio 14.22-29, então veremos nitidamente uma instrução com relação a entrega dos dízimos a Casa do Senhor. Seria o mais natural procurarmos na parte onde este mandamento foi instituído, para falar de forma clara sobre ele. Nesse local esse assunto deve estar sendo tratado de forma bem detalhada. Nas demais partes da Bíblia, onde este assunto foi novamente comentado, o mais natural é que ocorram apenas exortações sem explicações detalhadas. Portanto, os livros do Pentateuco (Gênesis a Deuteronômio) são os mais indicados para conter, em detalhes, as ordenanças de Deus a respeito deste assunto.

Os profetas Malaquias, Amós, Neemias, Samuel e até mesmo Jesus Cristo não deram explicações detalhadas sobre os dízimos porque se tratava de uma prática já estabelecida e conhecida por todos. Na verdade, os profetas que vieram depois de Moisés fizeram apenas exortações sobre este assunto, para que o povo não esquecesse das suas obrigações. Os detalhes, sobre o que fazer e como fazer, foram relatados nos livros de Levítico, Números e Deuteronômio, e por que não dizer ainda de Malaquias.

O que se observa aqui, mais uma vez afirmo, é o princípio da honra, o exercício da nossa fidelidade a Deus e fé na providência divina.

Que Deus assim nos abençoe!

Sergio Lacerda

Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Tempos Difíceis - A Igreja Perseguida

“Mas antes de todas estas coisas lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e presidentes, por amor do meu nome”. Lucas 21.12


As liberdades de expressão e de religião estão sendo cada vez mais tolhidas no Ocidente. Na Europa, não só é proibido pregar sobre temas “politicamente incorretos” como também é proibida até mesmo a leitura de textos bíblicos que fazem menção ao homossexualismo como pecado. Cristãos estão sendo multados e presos na Inglaterra por distribuição de folhetos contendo textos bíblicos considerados “politicamente incorretos”.


O pastor sueco Lars Ivar Roland Vingren, neto do missionário Gunnar Vingren, que fundou com Daniel Berg a Assembléia de Deus brasileira em 1911, afirma que apenas ler em reuniões textos como Romanos 1.26-27 é o suficiente para levar alguém à cadeia. “Já é proibido na Suécia abrir a Bíblia nos cultos para ler trechos como o primeiro capítulo da carta aos Romanos. E se você faz isso no culto mesmo sem ser permitido, vai sofrer multas e pode ser encarcerado, como aconteceu com o pastor Ake Green em 2004”, afirma o pastor Roland Vingren.


Prisões na Inglaterra


A Inglaterra já foi o berço de grandes avivamentos espirituais. Hoje, porém, é considerada uma nação pós-cristã, onde cada vez mais templos têm fechado suas portas nas últimas décadas e os poucos cristãos praticantes que existem podem ser presos pela sua fé e são discriminados.


Aos poucos cristãos britânicos ativos estão experimentando uma fase de perseguição por defenderem as verdades bíblicas. Eles se tornaram alvo da ira dos líderes de associações de direitos dos homossexuais, por pregarem que a prática homossexual é pecado.


Atualmente, ninguém é lançado aos leões, queimado vivo ou mesmo crucificado, mas o direito de livre expressão está sendo minado sorrateiramente a ponto de evangelistas serem detidos e multados por discordarem da conduta homossexual e apresentarem o Senhor Jesus como alternativa para resgatar a heterossexualidade dessas pessoas. Um militante evangélico, Stephen Green, foi detido pela polícia britânica e processado por distribuir folhetos com passagens bíblicas e os seguintes dizeres: “deixem seus pecados e serão salvos”. Os folhetos foram distribuídos durante uma manifestação da comunidade GLBT em Cardiff. A imprensa local empreendeu uma campanha contra o evangelista argumentando que o mesmo feria princípios de direitos humanos. O processo culminou com a prisão de Green cujo único “crime” foi distribuir um folheto que diz que homossexualismo é pecado, Deus ama os homossexuais e quer transformar suas vidas.


Aliás, a mídia, não só na Inglaterra, mas em todo o Ocidente, tem desempenhado um importante serviço na divulgação do homossexualismo na sociedade. O escritor norte-americano Don Schmierer, escritor e conselheiro experiente, analisa com equilíbrio esse assunto em seu livro Previnir é melhor que remediar, e conclui que os meios de comunicação procuram passar a mensagem de que apenas refletem condutas já adotadas pelas pessoas. “Vários representantes da mídia atual querem nos transmitir a idéia de que sua mensagem apenas reflete os padrões já adotados pela sociedade. Mas a prática os contradiz. A mídia parece estar sempre procurando estender as fronteiras da moral. Isso faz com que a sociedade, principalmente a juventude, seja submetida a uma dose permanente de obscenidade que aos poucos a torna complacente”.


Outro caso polêmico na Inglaterra foi a agressão sofrida pelo idoso evangelista Harry Hammond. Ele foi acusado de ofensa à ordem pública por ser flagrado carregando um pôster pedindo o fim do apoio à prática homossexual, à lesbianidade e à imoralidade em seu país. Antes de ser retirado de cena pelos policiais, Harmmond foi alvo de copos d’agua e detritos jogados pela multidão enfurecida, sem que nenhum dos agressores tenha sido detido. Ele foi tratado como criminoso pelos seus conterrâneos, enquanto as autoridades hesitam em adotar medidas rígidas contra grupos radicais, que aproveitam da liberdade em território britânico e continuam a divulgar suas mensagens de ódio e violência contra nações ocidentais. Enquanto estes grupos intimidam os europeus tornando-os reféns em sua própria terra, os cristãos pacíficos são perseguidos por anunciarem as verdades contidas na Palavra de Deus.


A Inglaterra não é mais um país cristão


A própria Bíblia Sagrada, que durante séculos tem sustentado a civilização através dos seus ensinos éticos e morais através de transformação de vidas, e servido de inspiração para elaborar leis e dignificado o indivíduo humano, tem sido degradada através da ação das autoridades britânicas ao prenderem seus expositores. A questão principal é que o cristianismo é mantido pela Bíblia e a mesma sustenta o argumento de que o homossexualismo é uma prática pecaminosa. Sendo assim, o comportamento dessa minoria é condenado pelas Sagradas Escrituras e, como é impossível aos cristãos sustentar os princípios de sua fé e deixarem de chamar de pecado o que a Bíblia chama de pecado, passam a serem perseguidos em seus próprios países, antes estabelecidos sobre os princípios cristãos.


Aproveitando a situação, os críticos afirmam que os textos bíblicos incitam a discriminação e, portanto, devem ser banidos da Inglaterra. Mas esses não são os únicos motivos de preocupação. A noção de justiça também é questionada quando cidadãos inocentes são aprisionados sem terem cometido crime algum.


No dia 10 de setembro, o prefeito de Londres, Ken Livingstone, declarou durante uma entrevista que a Grã-Bretanha “não é mais um país cristão”. A justificativa do político é porque as pessoas não mais compareciam às igrejas.


“Aí está apontado o mais evidente sinal de apostasia. Ela se inicia pelo afastamento da Casa de Deus e, considerando que a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela Palavra de Deus (RM 10.17), perdendo-se a fé em Deus (Hb 11.3,6) os demais passos para a entrada no campo da apostasia se manifestam paulatinamente. É como escreveu o salmista: “Um abismo chama outro abismo” (Sl 42.7), alerta o pastor e apologista Natanael Rinaldi…


Aversão ao título “cristão” aumenta na Europa


O que começou com um singelo apelo pedindo o fim da animosidade contra os homossexuais no país tem se transformado em um verdadeiro turbilhão que resultou em uma campanha visando banir o cristianismo da Grã-Bretanha.


Comportamentos que outrora eram considerados repugnantes através do ensino da Bíblia Sagrada atualmente têm se tornado regra na conduta dos ingleses, e os antigos valores morais e éticos conduzidos pelo Livro Sagrado estão sendo desprezados. O próprio título “cristão” tem sido preterido em importantes locais…


…E quem espera por mudanças de âmbito religioso com a subida do príncipe Charles ao trono britânico, sofrerá dura decepção. O futuro monarca já adiantou que, ao se tornar rei, não vai assumir o cargo de “defensor da fé”, mas de “defensor das crenças”.


Durante seu mandato, o ex-primeiro-ministro Tony Blair, em flagrante desrespeito às determinações da palavra de Deus e às liberdades individuais, afirmou categoricamente que as igrejas terão de aceitar as leis contra discriminação por orientação sexual, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de menores por “casais” homossexuais. Os defensores da erradicação do cristianismo da sociedade ocidental apresentam como justificativa a doutrina dos direitos humanos. Eles alegam que todos têm o direito de adotar a orientação sexual que julgar conveniente independente da opinião das outras pessoas e isentos das inevitáveis críticas quanto ao seu procedimento. Para esses ativistas, a religião é obscura, preconceituosa e divisiva. Por isso, o cristianismo tem sido removido de seu lugar de destaque na Inglaterra sob o argumento de que a igualdade exige nivelamento para as crenças minoritárias e o secularismo. Como resultado, ele tem se transformado em uma relíquia de curiosidade cultural, além de sofrer marginalização e preconceito da sociedade.


Comodismo da igreja européia


Mas essa situação nada mais é que o resultado do descomprometimento dos crentes europeus em buscar a Deus nesse momento tão difícil da religiosidade do povo britânico. A inércia desses cristãos acaba resultando no abandono de seus fieis aos cultos em suas respectivas igrejas, absorvidos pelo colapso moral e ético que assola a Grã-Bretanha, conjugando a doutrina do multiculturalismo. Enquanto igrejas seculares são entregues ao esquecimento, outras formadas por crentes comprometidos com o Reino são procuradas por pessoas sedentas pela Palavra de Deus. A determinação de evangélicos como o Stephen Green torna – se referência em meio a uma geração envolvida com corrupção.


Esses ataques ao cristianismo da Inglaterra é apenas mais uma perseguição movida por minorias sociais com o objetivo de calar vozes que condenam procedimentos estranhos à Bíblia Sagrada. Não é mais uma ameaça à liberdade de expressão e à liberdade religiosa. Transformou–se em um ataque direto à identidade nacional, aos valores do país e um acinte à própria liberdade que o cristianismo proporciona, pois a mensagem cristã traz em seu bojo a idéia de libertação da alma e do indivíduo, dignificando-o como ser humano. Essa situação alarmante já é notícia nos países europeus, mas urge providências para que essa realidade não cruze Atlântico e aporte no Brasil.


“O Brasil não será um país morno como os do primeiro mundo que já aderiram ao modismo gay e estão pagando pelos seus pecados. Aqui o Evangelho vai crescer e pastores como os que sutilmente apóiam o movimento pró-homossexualismo terão que se posicionar. Ou eles ficam na igreja e pregam as Escrituras Sagradas de verdade ou assumem que são mais um dos apoiadores do movimento homossexual”, opina a psicóloga Rozângela Justino, membro da Igreja Presbiteriana Betânia em Icaraí, Niterói (RJ), e que exerce um ministério voltado para pessoas que desejam abandonar a homossexualidade.


Fonte: Mensageiro da Paz, CPAD, Dezembro 2007

Ferramenta - Anunciando Jesus


Pra tudo na vida há um bom começo, assim acredito… quando realizado com simplicidade!

Este é o meu trabalho na internet. O site “BradosWeb – Anunciando Jesus”, editado em linguagem HTML de forma bem simples, utilizando alguns recursos e tutoriais oferecidos por desenvolvedores. O BradosWeb está relacionado às atividades realizadas pelas Assembléias de Deus, com os seus quase um centenário de existência, proclamando o evangelho de Cristo aos povos da terra, em especial a Assembléia de Deus em Andorinhas, Vitória/Esp. Santo. Visamos a proclamação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo através de artigos, mensagens e acima de tudo através da Bíblia Sagrada. Procuramos também interagir de uma forma bem simples com toda comunidade evangélica na rede, bem como, oferecendo subsídios para a Escola Bíblica Dominical, na publicação das lições semanalmente.

Iteraja conosco, através do mural de recados do nosso site, mantendo contato com toda a Família Brados enviando sua mensagem, sugestões, pedido de oração, através de nossa caixa de mensagens ou comentando os artigos desse blog.

Deus sobremaneira vos enriqueça…

Saúde, Graça e Paz!

Testemunhando II

Jesus, o Grande Motivo

“A razão da esperança”. O próprio Pedro em outra oportunidade fala do motivo da sua fé: “Tu tens as palavras da vida eterna” (João 6.68). As palavras não foram dirigidas aos outros onze apóstolos ou a pessoas, pois os outros seguidores já haviam se retirado, mas ao próprio Jesus. O se ausentar de Cristo nos mostra que esta é a atitude daqueles que perdem a convicção, daqueles que desviam o seu olhar e deixam de olhar para o alvo (Jesus) e acabam por naufragar ou negá-lo. Talvez, a nossa atenção esteja voltada para aquelas pessoas que estão a nossa volta. Talvez a nossa confiança esteja focada nos sinais que Cristo opera. Eis os motivos que desapontam ao Senhor! Nossas convicções não devem buscar a benção, mas o abençoador. Como, pois, testemunhar com mansidão e temor ou mostrar aos inquiridores o motivo que nos mantém em Cristo? A história de nossa vida ou próprio tempo se encarregam de nos mostrar quem realmente somos. Se tomarmos a atitude de Pedro e declararmos a Jesus: “Tu és Senhor, o motivo da nossa fé”, e logo após nos aterrorizamos ante as provações, não estaremos fadados aos constantes fracassos só declarando, declarando e declarando? Declarar somente não é de todo suficiente, é preciso agir por Cristo, mostrar ao mundo quem somos e de onde somos, foi o que aconteceu com o irmão Pedro. Quando falava apenas, chegou a negar o Salvador, a afundar na sua frágil fé, mas ao confessar e ao agir arrebatou multidões. “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”. Romanos 10:9. Quando há convicção, há existência de exercício da confissão cristã, seja na bonança ou na perseguição, nós, os eleitos, sabemos em quem temos crido – “estou bem certo, é Poderoso”, diz as Escrituras.

Comunhão

Li um trecho em um livreto onde o escritor menciona que quando reconhecemos a distinção entre caráter e dom podemos ver a necessidade de ter os dois trabalhando juntos. O ideal é que isto aconteça em cada indivíduo. Mas há também a possibilidade de uma pessoa com dons reconhecer uma fraqueza no seu caráter, e mesmo assim ser liberada para funcionar na igreja por estar ligada a outras pessoas que, apesar de não possuírem o mesmo dom, têm a integridade de caráter necessário para exercer uma sábia supervisão sobre o seu funcionamento. Este é um outro aspecto do corpo de Cristo, um grupo de pessoas relacionadas entre si que descobriram na prática que precisam umas das outras, e não só porque leram sobre isto nas Escrituras. Celebridades independentes e estrelas errantes não é o que Deus está procurando na igreja. Esta afirmativa fala profundamente ao meu coração! Há muito insistimos no corpo da necessidade de uma maior integração dos membros desse grande organismo, que é a “Igreja de Cristo”. É preciso uma comunhão horizontal contínua, pois só assim poderá existir a comunhão vertical… a que nos faz relacionarmos diretamente com Deus.

Unidade

A Igreja do Senhor Jesus Cristo é um organismo vivo, e nós como parte deste organismo visamos quais propósitos? Uma igreja viva e atuante, numerosa, poderosa, transbordante de dons espirituais, motivada e crescente. Notaram que a mesma fala nos dois parágrafos acima já são conhecidas. Sim, pois faço menção das mesmas em nosso site. Dado a importância deste tema, fica registrado aqui uma expressão que ouvi em meu lar através da minha esposa: “A igreja não precisa só de membros, mas de cooperadores!” Esta declaração soa profundamente, pois enxergamos a necessidade do exercício contínuo dos membros do corpo, pois se um membro se encontrar atrofiado o exercício de quem labuta (membro em atividade), será dobrado em favor daquele se encontra inativo. Prossigamos para o alvo que é Jesus e que Deus continue nos abençoando!


Saúde, Graça e Paz!

Sergio Lacerda

Testemunhando I


Testemunhar, testemunhando...


“Estai sempre preparados”. A instrução do Apóstolo Pedro aos eleitos reforça uma necessidade nossa de condicionamento constante da fé, de perseverança, de esperança, bem como das nossas convicções. Os dispersos (a igreja) já conheciam a importância deste estado (o preparo). Então como entendemos mais esta instrução do irmão Pedro? A igreja de Cristo não perfilou nestes princípios desde o seu início? Sim, embora temos sido instruídos por inúmeras vezes, sua preocupação apontava simplesmente a condição do homem quando acuado, não só naquele tempo, mas contemplava os nossos dias e sabia que não seria diferente. Sim, que em meio as perseguições poderíamos nos esquecer o quanto o Senhor trabalha pelos eleitos. O exercício físico condiciona o corpo, o exercício mental o intelecto e o exercício da fé desperta a confiança que por sua vez produz a esperança (Romanos cap. 5). Lembro-me das palavras de um certo escritor quando diz que “a melhor maneira de se estar preparado é escrever nosso testemunho”. Bem, em outras palavras, a melhor maneira de se estar preparado é recordar cada experiência na qual Deus nos auxiliou. É tirar lições de todas as circunstâncias e crises da qual Deus nos salvou.

Atitude Cristã

“Responder com mansidão e temor”. A atitude correta nem sempre foi calar-se em determinadas situações. Diz um certo ditado que “Deus fez todas as coisas no homem (ser humano) de forma correta e em seu devido lugar. Deus deu ao homem uma boca, por este motivo, deveríamos falar menos, e duas orelhas, conseqüentemente para ouvir mais”. Este dito está correto, mas não neste caso. Outro ditado diz: “quem cala consente”. Nosso irmão Pedro diz: “responder”, e, responder é replicar, é dar resposta. Os perseguidores do evangelho estão sempre querendo uma resposta e a melhor atitude nossa, os eleitos, é dar-lhes o direito de ouvir a nossa resposta temperados com o melhor dos ingredientes, ou porque não dizer com o melhor do nosso produto: “o fruto” cristão (mansidão) e o melhor de nossa atitude “temor” (conhecimento de Deus e sua soberania): o nosso testemunho de fiéis e verdadeiros cristãos!


Saúde e Paz!

Sergio Lacerda

A Eficácia da Escola Bíblica


“Em um mundo tão sofrido, onde impera as desigualdades política, racial, social e religiosa; e, em meio a um difícil relacionamento familiar, vejo em nossos dias um retrato da situação que despertou o nosso irmão Robert Raikes, na cidade de Gloucester na Inglaterra de 1780, a compadecer-se das crianças de sua cidade, dando-lhes um novo e promissor horizonte. Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas daquela cidade sulina. Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos nos piores delitos. A delinqüência infantil era um problema que parecia insolúvel.

Aí entra em ação a mente renovada e alicerçada pelo Espírito Santo e que proporcionaria um marco importantíssimo na história da Igreja. “É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal Robert Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus.

Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes Raikes várias matérias seculares: matemática, história e a língua materna - o inglês. Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular. Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram os que o acusavam de estar quebrantando domingo. Onde já se viu comprometer o dia do Senhor com esses delinqüentes? Será que o Sr. Raikes não sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus? Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é adorado através de nosso trabalho amoroso incondicional”. (texto extraído – História da EBD, escoladominical.com).

Vejo-me a meditar: Todos os domingos pela manhã, sob uma incondicional vontade humana, mas em um ato de voluntariedade, privilegio numa comunhão paternal e fraternal no âmbito da providência divina, como no arraial dos santos prontos para receber dos céus o maná enviado pelo Senhor!

Na condição de aluno-professor cerco-me das minúcias deste prazeroso trabalho. É na Escola Dominical que discutimos, concordamos, discordamos e acima de tudo, aprendemos. É lá que somos alicerçados e edificados, sendo constituídos um grande edifício denominados, “Casa de Deus”. Deveras todo cristão se despertasse não só como assíduo participante da Escola Dominical, mas como meio condutor de outras vidas a Cristo.

Escudo-me na Palavra que diz: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele”. (Provérbios 22:6).

Participo do trabalho pedagógico no departamento infantil e me preocupo com o desenvolvimento de cada tema que se estende desde a atividade educacional até a espiritual. Desde a escolha da série de lições a serem ministradas a cada trimestre, bem como, de cada atividade detalhadamente estudada, analisada, pesquisada e trabalhada que, aliadas a sincera oração, consagração e busca constante ao Senhor, tem surtido muito em seus efeitos.

Agora, volto os pensamentos para Robert Raikes… posso imaginá-lo de Bíblia em punho, em fervente oração, vida em ação, após contemplar a triste situação do seu mundo. Ao reunir aquelas crianças estava a contemplar o futuro da sua nação. Não poderiam continuar entregues ao banditismo, as delinqüências, enfim ao pecado, mas precisavam ser transformados e moldados conforme a Palavra de Deus.

Por fim volto-me ao Senhor Jesus Cristo, que ao contemplar os nossos dias proferiu: “porém, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus”. (Lucas 18:16). Jesus estava a contemplar muito mais que o futuro da nação, Ele contemplava o futuro da Sua Igreja. Cuidava da preparação dos seus futuros ministros, que espalhariam o seu evangelho por toda a face da terra. Era necessária uma atenção especial na condução daqueles designados neste propósito, de maneira que não poderiam ser estes impedidos para tão grandiosa obra. Diz Jesus: “Continuai deixando vir a mim as criancinhas”. Exorta o Mestre: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido”. (2Timóteo 3:14)

LEVANTA-TE, resplandece, porque vem a tua luz… (Isaías 60.1), leve os seus filhos, amigos, vizinhos e outras pessoas. Corra e se envolva na maior Escola do mundo!

Escola Bíblica Dominical – semanalmente na sua igreja

por Sergio Lacerda

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